Até quando vai o bilhete magnético do Metrô SP?

Está matéria tem 0 comentários.

Até quando vai o bilhete magnético do Metrô SP?

O bilhete magnético do Metrô de São Paulo, conhecido como bilhete Edmonson, poderá ser usado até 31 de outubro de 2026. Depois dessa data, as catracas das linhas operadas pelo Metrô não aceitarão mais esse modelo, que faz parte da história do transporte paulistano desde 1974. Para marcar o fim do bilhete, o Metrô realiza uma ação especial em seis estações entre os dias 2 e 9 de outubro.

A mudança encerra uma história de mais de 50 anos. O pequeno cartão com tarja magnética acompanhou diferentes fases do Metrô de São Paulo e foi usado por milhões de passageiros ao longo das décadas.

Agora, o sistema passa definitivamente para formas mais modernas de acesso, como QR Code e pagamento por aproximação.

Até quando o bilhete magnético poderá ser usado?

O bilhete magnético poderá ser utilizado normalmente até 31 de outubro de 2026.

Isso significa que quem ainda tem um bilhete Edmonson guardado não precisa descartá-lo imediatamente. Até a data definida pelo Metrô, ele continua sendo aceito nas catracas das linhas administradas pela companhia.

A partir de 1º de novembro, porém, o cartão magnético deixará de funcionar como forma de pagamento para entrar no sistema.

A aposentadoria do bilhete já vinha sendo preparada há alguns anos. O Metrô deixou de vender o Edmonson em 2021, quando o QR Code passou a ocupar esse espaço nas bilheterias e nos demais canais de venda.

Por que o bilhete Edmonson está sendo aposentado?

A principal mudança está na tecnologia utilizada para liberar a entrada dos passageiros.

O bilhete Edmonson utiliza uma pequena tarja magnética que precisa ser lida pelo equipamento da catraca. Esse sistema fez parte da operação do Metrô desde os primeiros anos, mas foi sendo substituído por tecnologias digitais.

O QR Code, por exemplo, pode ser comprado pelo celular e apresentado diretamente no leitor da catraca. Também existem opções de cartões de transporte e, nas linhas operadas pelo Metrô, pagamento por aproximação.

Com isso, o sistema deixa de depender do cartão magnético tradicional e passa a utilizar meios de acesso que podem ser digitais ou eletrônicos.

O que é o bilhete Edmonson?

O bilhete Edmonson é o tradicional cartão magnético utilizado pelo Metrô de São Paulo durante décadas.

O nome está relacionado ao sistema criado pelo britânico Thomas Edmondson, no século XIX. A tecnologia foi utilizada em sistemas ferroviários e acabou dando nome ao modelo de bilhete adotado pelo Metrô paulista.

Apesar de pequeno, o cartão se tornou um dos símbolos da história do transporte sobre trilhos em São Paulo.

O Metrô começou sua operação comercial em 14 de setembro de 1974, inicialmente no trecho entre Jabaquara e Vila Mariana, na atual Linha 1-Azul. O bilhete magnético acompanhou essa trajetória desde o começo.

Por isso, o fim do Edmonson representa mais do que uma mudança na forma de pagar a passagem. É também o encerramento de uma tecnologia que esteve presente durante praticamente toda a história do Metrô paulistano.

Metrô faz ação de despedida do bilhete magnético

Para marcar a despedida, o Metrô preparou uma ação especial em seis estações.

A programação começou na Estação Sé, no dia 2 de outubro, e segue por outras cinco estações até sexta-feira, 9 de outubro.

Confira o calendário:

  • 2 de outubro: Sé
  • 5 de outubro: República
  • 6 de outubro: Tatuapé
  • 7 de outubro: Corinthians-Itaquera
  • 8 de outubro: Palmeiras-Barra Funda
  • 9 de outubro: Vila Prudente

As apresentações acontecem sempre das 10h às 17h.

A ação tem como personagem principal o Ed, uma representação do próprio bilhete magnético. Ele participa das intervenções acompanhado por atores caracterizados como repórter e diretor.

Além do caráter simbólico, a iniciativa também serve para orientar os passageiros sobre o fim do bilhete e apresentar as alternativas disponíveis para continuar utilizando o Metrô.

Quais são as alternativas ao bilhete magnético?

Quem ainda utiliza o bilhete magnético não ficará sem opções.

Uma das alternativas é o Bilhete Unitário em QR Code, que pode ser comprado nas bilheterias e máquinas de autoatendimento, além de canais digitais. O QR Code pode ser apresentado diretamente no leitor da catraca.

Outra possibilidade é utilizar cartões de crédito ou débito por aproximação, quando o recurso estiver disponível na linha e no equipamento utilizado.

O Metrô também oferece diferentes modalidades do Bilhete Único, especialmente para quem utiliza o transporte público com frequência ou precisa integrar viagens de ônibus e trilhos.

Como pagar o Metrô por aproximação?

O pagamento por aproximação se tornou uma das alternativas ao antigo bilhete magnético.

Nas linhas operadas diretamente pelo Metrô, o passageiro pode utilizar cartões compatíveis ou dispositivos móveis que tenham a tecnologia de pagamento por aproximação habilitada.

A vantagem é não precisar comprar um bilhete de papel ou cartão magnético antes da viagem.

Para quem faz uma viagem eventual, essa pode ser uma opção mais simples, principalmente para quem já utiliza cartão de crédito ou débito com pagamento por aproximação.

É importante, porém, verificar as regras da modalidade e utilizar o mesmo cartão ou dispositivo durante a viagem, quando necessário.

O bilhete QR Code continua disponível?

Sim. O QR Code continua sendo uma das principais alternativas ao bilhete magnético.

O modelo começou a ser implantado pelo Metrô em 2020 e, no ano seguinte, passou a substituir gradualmente o Edmonson nas vendas realizadas nas estações.

Atualmente, o Metrô informa que o Bilhete Unitário em QR Code pode ser utilizado na rede de Metrô e CPTM. O valor da tarifa unitária atualmente informado pela companhia é de R$ 5,40.

O bilhete pode ser adquirido em bilheterias, máquinas de autoatendimento, aplicativo TOP, WhatsApp, Google Wallet e estabelecimentos credenciados.

Até quando vai o bilhete magnético do Metrô SP?

O bilhete magnético ainda é vendido?

Não.

O Metrô deixou de vender o bilhete Edmonson em 2021. Desde então, os passageiros passaram a encontrar principalmente alternativas como QR Code.

Mesmo assim, cartões magnéticos que já haviam sido adquiridos continuaram sendo utilizados durante os anos seguintes.

Agora, com o prazo final de 31 de outubro de 2026, esse período de transição chega ao fim.

Em quais linhas o bilhete magnético deixará de ser aceito?

A aposentadoria vale para as linhas administradas pelo Metrô de São Paulo.

Atualmente, a companhia administra as Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, além da operação da Linha 17-Ouro, que está em funcionamento transitório.

A mudança do bilhete magnético está relacionada ao sistema de cobrança utilizado nas linhas do Metrô que ainda aceitavam o Edmonson.

Para quem utiliza outras linhas da rede sobre trilhos, como as concedidas à iniciativa privada, é importante observar as formas de pagamento e regras específicas de cada operadora.

O fim do bilhete muda o funcionamento do Metrô?

Não.

A mudança é na forma de acesso e pagamento da passagem, e não no funcionamento dos trens.

As estações e linhas continuam funcionando normalmente de acordo com seus horários. O que muda é que o antigo cartão magnético não poderá mais ser colocado na catraca depois do prazo final.

O passageiro deverá utilizar uma das alternativas disponíveis, como QR Code, Bilhete Único ou pagamento por aproximação.

Uma tecnologia que marcou gerações

Para quem começou a utilizar o Metrô nas décadas de 1970, 1980, 1990 ou mesmo nos anos 2000, o bilhete magnético fazia parte da rotina.

O cartão era comprado antes da viagem e inserido na catraca. Depois de lido pelo equipamento, o bilhete era devolvido ou recolhido conforme o modelo utilizado.

Durante décadas, essa foi uma das imagens mais comuns nas estações paulistanas.

A evolução tecnológica mudou a experiência do passageiro. Hoje, é possível comprar uma passagem pelo celular, utilizar um QR Code ou aproximar um cartão bancário de um leitor.

O processo ficou mais digital e eliminou a necessidade de carregar um pequeno cartão magnético para cada viagem.

Por que o fim do bilhete é considerado histórico?

O Edmonson acompanhou praticamente toda a história comercial do Metrô de São Paulo.

Quando os primeiros passageiros embarcaram no trecho entre Jabaquara e Vila Mariana, em 1974, o sistema ainda era muito menor do que a rede atual.

Ao longo de mais de cinco décadas, novas linhas foram abertas, novas estações foram construídas e a tecnologia dos trens e das catracas mudou.

O bilhete magnético, porém, permaneceu como uma das formas mais tradicionais de acesso ao sistema.

A retirada definitiva representa, portanto, uma mudança de geração: sai de cena uma tecnologia criada para uma realidade analógica e entram formas de pagamento digitais e sem contato.

Até quando vai o bilhete magnético do Metrô SP?

Ainda dá tempo de guardar o bilhete como lembrança?

Sim. Quem possui um bilhete magnético antigo pode optar por guardá-lo como lembrança, especialmente se tiver valor pessoal ou histórico.

O Metrô, inclusive, utiliza a despedida para chamar a atenção para a importância do bilhete na trajetória do sistema.

Para quem ainda pretende utilizá-lo como passagem, entretanto, é importante observar a data de 31 de outubro de 2026.

Depois disso, o cartão deixa de ser aceito nas catracas.

O que fazer se ainda tenho um bilhete magnético?

Se você ainda tem um bilhete Edmonson, há duas possibilidades principais.

A primeira é utilizá-lo antes do prazo final, desde que ainda tenha validade e condições de uso.

A segunda é guardá-lo como lembrança da história do Metrô de São Paulo.

Para as próximas viagens, o passageiro deve optar por uma das alternativas atuais, como QR Code, Bilhete Único ou pagamento por aproximação, de acordo com o tipo de viagem e o sistema utilizado.

Resumo sobre o fim do bilhete magnético

O bilhete magnético do Metrô de São Paulo será oficialmente aposentado em 31 de outubro de 2026.

Conhecido como bilhete Edmonson, o cartão acompanha o sistema desde o início da operação comercial, em 1974, e se tornou um dos símbolos da história do transporte sobre trilhos na cidade.

Antes do fim, o Metrô promove uma ação especial em seis estações, entre 2 e 9 de outubro, com a participação do personagem Ed e orientações aos passageiros.

A partir de novembro, quem precisar utilizar o Metrô deverá recorrer às alternativas atuais, como QR Code, Bilhete Único e pagamento por aproximação.

A despedida marca o fim de uma tecnologia que atravessou mais de cinco décadas e abre espaço para uma nova fase da bilhetagem no transporte paulistano.

Até quando vai o bilhete magnético do Metrô SP?

Fonte: https://www.metro.sp.gov.br/

Foto: Reprodução / Metrõ SP

Está matéria tem 0 comentários. Seja o primeiro!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *